quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Cultura

O girino é o peixinho do sapo.
O silêncio é o começo do papo.
O bigode é a antena do gato.
O cavalo é o pasto do carrapato.
O cabrito é o cordeiro da cabra.
O pescoço é a barriga da cobra.
O leitão é um porquinho mais novo.
A galinha é um pouquinho do ovo.
O desejo é o começo do corpo.
Engordar é tarefa do porco.
A cegonha é a girafa do ganso.
O cachorro é um lobo mais manso.
O escuro é a metade da zebra.
As raízes são as veias da seiva.
O camelo é um cavalo sem sede.
Tartaruga por dentro é parede.
O potrinho é o bezerro da égua.
A batalha é o começo da trégua.
Papagaio é um dragão miniatura.
Bactéria num meio é cultura.

(Arnaldo Antunes in "Nome" São Paulo.BMG Ariola Discos,1993)


Arnaldo Antunes é um dos poucos poetas da atualidade.
A crítica literária tende a ligar sua poesia ao concretismo
Mas, na contemporaneidade, a poesia não é ditada por
nenhuma regra ou escola literária.
Liberdade... é o comando!!!

S.B.

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

Fotos da Qualificação

Seguem as fotos da minha Qualificação...



A Quézia levou a máquina fotográfica e me salvou...

A Dissertação de Metrado tem o título: DA DIVERSIDADE À INCLUSÃO: AS AÇÕES AFIRMATIVAS COMO POLÍTICA PÚBLICA DE RESGATE DA DIGNIDADE SOCIAL E DA
IGUALDADE RACIAL.

Banca: Professores Doutores Maria Eleva Viana, Azoilda Loretto da Trindade e Luiz Carlos Gil Esteves.

A amiga Quézia está na foto!

Apresentação da pesquisa realizada... Momento de falar!

Considerações da Banca... Momento de ouvir!

Leitura do relatório pelo Prof. Luiz ... Momento de ansiedade!
Amigos: Cláudia Nunes na primeira foto e Marcos, novo amigo, na segunda.
Melhor momento: o abraço afetuoso do meu Orientador, após aprovação para prosseguimento da pesquisa.
A vida é feita de momentos...
Esses, confesso, são inesquecíveis!
S.B.

Apaixone-se

Fizeram a gente acreditar que amor mesmo, amor pra valer, só acontece uma vez, geralmente antes dos 30 anos.
Não contaram pra nós que amor não é acionado, nem chega com hora marcada.
Fizeram a gente acreditar que cada um de nós é a metade de uma laranja, e que a vida só ganha sentido quando encontramos a outra metade.
Não contaram que já nascemos inteiros, que ninguém em nossa vida merece carregar nas costas a responsabilidade de completar o que nos falta: a gente cresce através da gente mesmo. Se estivermos em boa companhia, é só mais agradável.
Fizeram a gente acreditar numa fórmula chamada "dois em um": duas pessoas pensando igual, agindo igual, que era isso que funcionava.
Não nos contaram que isso tem nome: anulação. Que só sendo indivíduos com personalidade própria é que poderemos ter uma relação saudável.
Fizeram a gente acreditar que casamento é obrigatório e que desejos fora de hora devem ser reprimidos.
Fizeram a gente acreditar que os bonitos e magros são mais amados, que os que transam pouco são caretas, que os que transam muito não são confiáveis, e que sempre haverá um chinelo velho para um pé torto. Só não disseram que existe muito mais cabeça torta do que pé torto.
Fizeram a gente acreditar que só há uma fórmula de ser feliz, a mesma para todos, e os que escapam dela estão condenados à marginalidade.
Não nos contaram que estas fórmulas dão errado, frustram as pessoas, são alienantes, e que podemos tentar outras alternativas.
Ah, também não contaram que ninguém vai contar isso tudo pra gente.
Cada um vai ter que descobrir sozinho. E aí, quando você estiver muito apaixonado por você mesmo, vai poder ser muito feliz e se apaixonar por alguém".
Recebi como sendo do Lennon...
Lindíssimo texto.
S.B.

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

Dia Nacional da Língua Portuguesa

Dia 05 foi o Dia Nacional da Língua Portuguesa. Segue a chamada do CIFEFIL:


"Dando cumprimento à Lei Nº 11.310, de 12 de junho de 2006, que institui o Dia Nacional da Língua Portuguesa, o Círculo Fluminense de Estudos Filológicos e Lingüísticos promove a III Jornada Nacional de Lingüística e Filologia da Língua Portuguesa, em que esta será estudada e divulgada em todos os aspectos em que dela trate a Lingüística e a Filologia, em suas diversas especialidades".




Apresentei um trabalho sobre Análise do Discurso na Faculdade de Formação de Professores da Uerj - SG.





Trabalho: "A CONSTRUÇÃO DA IDENTIDADE NA PERSPECTIVA DA ANÁLISE DO DISCURSO".
Conheci pessoas legais, como a Simone...

A Simone apresentando seu trabalho: "A RELAÇÃO DE CAUSALIDADE EM REDAÇÕES DE PRÉ-VESTIBULANDOS."

Aliás, neste ano eu conheci muita gente especial. Amigos, presenciais ou virtuais, que foram verdadeiras conquistas...

Bom final de semana...

S.B.

Qualificação

Minha qualificação foi produtiva e desafiante.

A banca foi composta por pessoas sensatas, que, embora tivessem posições epistemológicas diferentes, respeitaram a minha linha teórica.

Todas as contribuições foram pertinentes e agregadoras...

Fiquei muito feliz, mesmo sabendo que há muito trabalho pela frente...

As amigas Cláudia Nunes e Quézia compareceram... E o Marcos, orientando da Dra. Maria Elena, compareceu e ajudou bastante...

Agradeço a todos os presentes e àqueles que torceram por mim.

Obs: a minha máquina está muito ruim e todas as fotos saíram escuras, o que foi uma pena!!! Não tenho foto da banca, nem dos amigos...

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Aprendizado

Eu estou muito sensível esses dias... Não sei explicar o porquê, não é voluntário, mas estou diferente...

Domingo foi a prova do ENADE... Uma prova cansativa, involuntária, que nem te acresce pessoal nem profissionalmente. Bem, foi na Lapa e quem mora no Rio sabe como é: estacionamentos fechados, ruas interditadas para lazer, pedintes, para parar, e não arranharem, seu carro custa R$ 5,00 e tchau...
Encontrei algumas amigas na prova, o que foi maravilhoso, pq detesto dirigir sozinha. Na saída, o "flanelinha" já havia sumido e um doente estava passando um pano sujo no meu carro (arranhando, claro!!!), para ganhar uma graninha... Como estava irritada, aquilo me deu raiva e me lembrei que, dias antes, um menino de rua havia ameaçado quebrar o meu vidro, pq não abri a janela para dar dinheiro...
Foi quando subiu aquele ódio do mundo, então errei o caminho e foi piorando. Resolvemos parar em um shopping, para esticarmos a prova e conversarmos. O estacionamento estava reservado para o Natal!
Já imaginaram? Domingo, final de tarde, shopping cheio, metade do estacionamento reservado ao público, Kelly Key "de grátis" e Papai Noel de helicóptero...
Troquei de shopping... Um pouco mais de engarrafamento, pedintes, mau humor, e.., e... e...
Surpreendentemente um rapaz veio me pedir dinheiro, eu estava mais emburrada do que de costume... Disse que não tinha e ele falou que não queria dinheiro, mas só um sorriso...
Eu sorri e mandei um beijo... Sabem o que isso significou para mim? Que alguém foi colocado em meu caminho somente para me dizer que não havia motivo algum para tanto aborrecimento, mau-humor e irritação.
E uma luz se acendeu... Lanchei com minhas amigas, desabafamos bastante, depois cheguei em casa e estudei o máximo que pude para a prova do dia seguinte, com serenidade.
Eu não conheço os mistérios do mundo, mas estou sendo colocada a prova a todo momento...
Estou receptiva e, como não reconheço os sinais, não entendo o que acontece a minha volta, como o menino que gritou comigo e ameaçou quebrar meu vidro...
Muitas coisas aconteceram esta semana, mas muitas não posso contar, pois não me dizem respeito... são histórias alheias, que eu não repito, nem para o meu pensamento...
Outras irei postar, assim que tiver tempo, mas, antes, queria dividir este depoimento, ou, como dizem meus amigos evangélicos, este "testemunho"...
Foi uma semana difícil, mas aprendi bastante.
S. B.

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

domingo, 2 de novembro de 2008

VERBO SER

Que vai ser quando crescer?
Vivem perguntando em redor. Que é ser?
É ter um corpo, um jeito, um nome?
Tenho os três. E sou?
Tenho de mudar quando crescer?
Usar outro nome, corpo e jeito?
Ou a gente só principia a ser quando cresce?
É terrível, ser? Dói? É bom? É triste?
Ser; pronunciado tão depressa, e cabe tantas coisas?
Repito: Ser, Ser, Ser. Er. R.
Que vou ser quando crescer?
Sou obrigado a? Posso escolher?
Não dá para entender. Não vou ser.
Vou crescer assim mesmo.
Sem ser Esquecer.


Carlos Drummond de Andrade


Eu sou?
Você é?
Seremos?
Será?

Eu sou o tempo que passa, a vida que aflige,
as perdas que tive e as mágoas que terei.
Eu sou a dor pulsante, da materialidade iminente,
da crença distante e das verdades inexistentes...
Eu sou o medo da noite "hei de acordar em outro dia"...
Eu sou a náusea do mundo, por, muitas vezes, criar fantasias...
Eu sou um paradoxo, ou, quem sabe, a própria ironia!

domingo, 26 de outubro de 2008

O Que Há

O que há em mim é sobretudo cansaço —
Não disto nem daquilo,
Nem sequer de tudo ou de nada:
Cansaço assim mesmo, ele mesmo,
Cansaço.

A sutileza das sensações inúteis,
As paixões violentas por coisa nenhuma,
Os amores intensos por o suposto em alguém,
Essas coisas todas —
Essas e o que falta nelas eternamente —;
Tudo isso faz um cansaço,
Este cansaço,
Cansaço.

Há sem dúvida quem ame o infinito,
Há sem dúvida quem deseje o impossível,
Há sem dúvida quem não queira nada —
Três tipos de idealistas, e eu nenhum deles:
Porque eu amo infinitamente o finito,
Porque eu desejo impossivelmente o possível,
Porque quero tudo, ou um pouco mais, se puder ser,
Ou até se não puder ser...

E o resultado?
Para eles a vida vivida ou sonhada,
Para eles o sonho sonhado ou vivido,
Para eles a média entre tudo e nada, isto é, isto...
Para mim só um grande, um profundo,
E, ah com que felicidade infecundo, cansaço,
Um supremíssimo cansaço,
Íssimno, íssimo, íssimo,
Cansaço...

Álvaro de Campos (Fernando Pessoa)

Eu...
Cansada...
Cansaço...
Canção...
De ninar...
De amor...
De solidão...
Eu...

S.B.

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

V CONGRESSO DE LETRAS DA UERJ - SÃO GONÇALO.

V CONGRESSO DE LETRAS DA UERJ - SÃO GONÇALO. Disponível em: http://www.filologia.org.br/cluerj-sg.

De 07 a 10 de outubro.

Bem, esqueci a máquina no primeiro dia...

Apresentei o trabalho "Análise crítica do discurso no documentário 'Super size me - a dieta do palhaço'", no dia 09 de outubro.



Geralmente, os eventos ligados à Letras são mais produtivos e agradáveis.

Conheci a Análise Crítica do Discurso no mestrado e me interessei profundamente. Sempre que tenho oportunidade procuro apresentar um trabalho que englobe a ACD, os Estudos Culturais e a sociedade contemporânea.
Sou advogada e também educadora. Assim, não há como fugir do discurso...
S.B.

Congresso Brasileiro de Escritores de Língua Portuguesa

Comemoração ao Jubileu de Ouro da União Brasileira de Escritores do Rio de Janeiro em homenagem a Machado de Assis, Guimarães Rosa, Evanildo Bechara, Stella Leonardos e Antonio Olinto.



De 23 a 25 de setembro na Faculdade CCAA - Rio de Janeiro.



Abertura:



Apresentação da mesa de 24 de setembro: Prof. Dr. José Pereira da Silva e Mestranda Silvia Bonini Pereira:




O meu trabalho foi em homenagem à Machado de Assis e se denominou "A roda dos enjeitados no conto machadiano 'Pai contra mãe'".
O CCAA não publicou os textos em mídia, logo, caso alguém tenha interesse, basta enviar um e-mail.

S. B.

VI Colóquio de Pesquisa em Educação - dias 18 e 19 de setembro.

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS
PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO
VI COLÓQUIO DE PESQUISA EM EDUCAÇÃO
“PESQUISA EM EDUCAÇÃO: desafios e perspectivas”

Chegamos no dia 17 de setembro à noite e fomos conhecer o shopping de BH...


Abertura: dia 18 de setembro de 2008. A Andréa e a Cláudia se apresentaram no primeiro dia.

Recepção no final da tarde do dia 18. Foto com o Prof. Dr. Jamil Cury:



Dia 19. Apresentação da minha pesquisa: "O processo educacional na Primeira República: o racismo desafiando a educação". O texto completo está nos anais do evento.


Recepção na tarde do dia 19. Foto do grupo com a organizadora do evento:



Grupo da Unirio...


Nossa despedida:





Este evento foi muito difícil, em termos acadêmicos.
Deu para perceber o que vem pela frente...
S.B.

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

Desabafo de Herbert Vianna



Para refletirmos...
Sobre quem somos, o quê queremos e o quê legaremos...
Bom final de semana!







segunda-feira, 6 de outubro de 2008

MOTIVO

Eu canto porque o instante existe
e a minha vida está completa.
Não sou alegre nem sou triste:
sou poeta.

Irmão das coisas fugidias,
não sinto gozo nem tormento.
Atravesso noites e dias
no vento.

Se desmorono ou se edifico,
se permaneço ou me desfaço,
- não sei, não sei. Não sei se fico
ou passo.

Sei que canto. E a canção é tudo.
Tem sangue eterno a asa ritmada.
E um dia sei que estarei mudo:
- mais nada.


Cecília Meireles




Ela canta... eu...
ESTUDO...
"-mais nada."

sexta-feira, 12 de setembro de 2008

"Vocação é diferente de talento. Pode-se ter vocação e não ter talento, isto é, pode-se ser chamado e não saber como ir."

Clarice Lispector

Este que vês, engaño colorido - Este que vês, engano colorido

Este que vês, engaño colorido,
que del arte ostentando los primores,
Com falsos silogismos de coloreses
cauteloso engaño del sentido;


éste en quien la lisonja ha pretendido
excusar de los años los horrores,
y venciendo del o tiempo los rigores
Triunfar de la vejez y del olvido;

Es un vano artifício del cuidado;
es una flor al viento delicada,
es un resguardo inútil para el hado:

es una néscia diligencia errada;
es un afán caduco y, bien mirado,
es cadáver, es polvo, es sombra, es nada.



Este que vês, engano colorido,
que da arte ostentando os primores,
com falsos silogismos de cores
é cauteloso engano dos sentidos;

este em quem a lisonja tem querido
desculpar dos anos os horrores,
e vencendo do tempo os rigores
triunfar da velhice e do olvido;

é um inútil artifício do cuidado;
é uma flor ao vento delicada,
é uma inútil proteção para o destino:

é uma ilógica diligencia errada;
é um esforço caduco e, olhando bem,
é cadáver, é pó, é sombra, é nada.


Estava devendo um poema da Sóror Juana.
Nossa! Sinceramente, não sei como deixei passar.

Ah! Para não digitar (são três horas da manhã),
procurei na internet um poema (não é fácil),
e encontrei um blog, com a poesia e a tradução.

Vou colocar a fonte, por ética,
mesmo sem autorização,
mas penso ser o correto.

http://luizfelipecoelho.multiply.com/journal/item/575


quinta-feira, 11 de setembro de 2008

A máscara

Eu sei que há muito pranto na existência,
Dores que ferem corações de pedra,
E onde a vida borbulha e o sangue medra,
Aí existe a mágoa em sua essência.

No delírio, porém, da febre ardente
Da ventura fugaz e transitória
O peito rompe a capa tormentória
Para sorrindo palpitar contente.

Assim a turba inconsciente passa,
Muitos que esgotam do prazer a taça
Sentem no peito a dor indefinida.

E entre a mágoa que masc’ra eterna apouca
A humanidade ri-se e ri-se louca
No carnaval intérmino da vida.

Augusto dos Anjos

quinta-feira, 4 de setembro de 2008

Educação Diferenciada e Etnoreconhecimento

Mais uma semana de Congressos e Seminários!

Esta semana eu participei do IV Seminário de Educação Diferenciada e Etnoreconhecimento e II Encontro Luso-Brasileiro de Educação, Formação e Cultura.

O Evento foi realizado na Unirio e eu apresentei a Comunicação Oral: O Brado do Branqueamento na identidade cultural negra: http://www.unirio.br/proetno/.
Confesso que esta comunicação foi mais difícil, não academicamente, pois se refere a um tema que estou pesquisando há mais de dois anos, mas...
Enfrentei alguns embates!!! Foi bom, pq a qualificação está próxima!!! Sei o que vou encontrar...
Ah! Meu pen drive não funcionou, conclusão: apresentei sem mídia e com a mente...
Mais um aprendizado!!!
Fotos da parte final das comunicações...





Perguntas aos comunicadores e debates finais.

Confraternização...
Uma comunicadora de Viçosa, outra de Itaperuna e EU da "Cidade Maravilhosa"...

domingo, 31 de agosto de 2008

Pedras no caminho? Eu guardo todas, um dia vou construir um castelo...


Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes, mas não esqueço de que minha vida é a maior empresa do mundo. E que posso evitar que ela vá a falência. Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise. Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um autor da própria história. É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma. É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida. Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos. É saber falar de si mesmo. É ter coragem para ouvir um 'não'. É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta. Pedras no caminho? Guardo todas, um dia vou construir um castelo...
(Fernando Pessoa)